Aprenda a identificar os sinais da carne estragada

12/11/2018

A Polícia Federal deflagrou no dia 17 de março de 2017 a "Operação Carne Fraca", investigando frigoríficos possivelmente envolvidos com um esquema que liberava carnes em mau estado, produtos estragados, com o prazo de validade vencido e que foram "maquiados", ou seja, fazendo com que uma mercadoria não tenha aparência, nem gosto, de estragada, burlando o sistema de fiscalização para a venda dentro e fora do país.

O assunto, bastante comentado nas mídias e redes sociais, trouxe muitas dúvidas em torno do tema: devo parar de consumir carne? Quais são os riscos à saúde? Existem maneiras de identificar a carne estragada?

A boa notícia é: você não precisa deixar de fazer aquele churrasco no final de semana! Porém, deve prestar bastante atenção no alimento que se consome, isso pode evitar muita dor de cabeça mais para frente.

Separamos algumas dicas para você identificar a qualidade da carne antes de comprar e na hora de consumir, e felizmente, é tudo sobre nossos sentidos: visão, tato, olfato e paladar!

A aparência ideal

Tudo começa no mercado. Na hora de escolher seu produto a coloração pode nos dizer muita coisa! A carne de gado pode ter várias tonalidades de vermelho, como cereja ou púrpura. Quando ela é resfriada ou congelada esse tom de vermelho fica um pouco mais apagado.

Existe muita variação da cor da carne: a carne dos bois mais novos é de um vermelho mais claro e vibrante, a do animal mais velho, mais escura. Carnes embaladas à vácuo podem ter um tom um pouco mais escuro, e até azulado, devido à falta de oxigênio na embalagem.

Fuja das carnes quando seu tom é alaranjado, marrom ou esverdeado, ou quando parece manchada, com áreas escuras e outras claras. A coloração das carnes de aves varia, de um branco mármore, até branco um pouco amarelado. Quando estragada pode ficar um pouco esbranquiçada, mas não costuma ter grandes mudanças na coloração.

Carne de porco tem uma coloração cinza rosado, podendo variar, assim como a de outros animais, pela peça, temperatura, idade do animal e como foi criado.

O ponto da textura

Muitas vezes, a coloração apenas não consegue determinar o estado da carne, por isso, prestar atenção à textura do alimento é fundamental. Quando a carne está estragada, sua textura fica viscosa, sinal de que está em processo de decomposição, e isso vale para todos os tipos de carne. A carne de frango para o consumo deve ser firme, quando está estragada, se desmancha com mais facilidade. Carne de animais mais velhos são mais duras do que a dos mais novos.

Tem cheiro de quê?

Cada tipo de carne tem seu odor característico. Quando a carne passou do prazo de validade, ou está estragada devido ao mau condicionamento do produto, ela tende a ter um cheiro mais forte do que o normal, no caso das aves, esse cheiro pode ser mais ácido.

Nessa hora, precisamos permitir que nosso olfato nos guie. Se você sentir que o cheiro não é o de costume, ou que esse cheiro provoca enjoo, ou qualquer estranheza, então o produto, provavelmente, não é bom para o consumo.

Atenção: carnes embaladas à vácuo costumam ter um cheiro mais forte quando abertas, porém ele não deve permanecer no alimento, caso você abra o produto e o cheiro forte e incômodo persistir, ele, provavelmente, está estragado.

Sentindo pelo paladar

Muitas vezes deixamos passar algo enquanto verificarmos nosso alimento, ou até mesmo quando não temos acesso à proteína durante a preparação, comendo na casa de outras pessoas ou em restaurantes, e é na hora de prová-lo que sentimos algo errado.

Nossos sentidos, por si só, possuem um discernimento do que é bom e do que não é. Na hora de comer uma carne, seja ela qual for, se você sentir um gosto mais forte do que o habitual, ou até uma pequena estranheza na textura, pare por aí!

Os detalhes que fazem a diferença

  • Febre, dor de estômago, náusea, muito cansaço sem razão aparente, mal estar geral e dores de cabeça: esses são alguns dos sintomas da intoxicação alimentar. Se percebê-los, procure um médico;
  • Quando for ao mercado ou açougue, verifique sempre o ambiente! Se uma carne que deve ser mantida congelada, está descongelada, mesmo que parcialmente, sua qualidade pode estar comprometida;
  • Confira todos os alimentos que usou no preparo de seu alimento, às vezes, um legume ou tempero estragados podem impregnar na carne, trazendo a falsa impressão de que o problema é com a proteína em específico;
  • A carne fresca pode passar até duas horas fora da geladeira, mas esse tempo pode variar de acordo com a temperatura do ambiente. O ideal é armazenar o mais rápido possível, seja na geladeira ou no congelador;
  • Guarde na geladeira produtos que você consumirá durante a semana. Se comprou algo e não tem a intenção de usar logo, então armazene no congelador;
  • Procedência sempre! Gastar um tempo pesquisando sobre o produto, de onde vem, por quais processos passou e como é armazenado, é muito importante. Você tem um controle maior da qualidade do que compra, e essa atitude pode, e deve, se estender para outros alimentos além da carne.

Prestar atenção é a chave para uma alimentação saudável e de qualidade, e essa atenção deve ser voltada para todo o processo, desde o gado criado no campo até o freezer do mercado ou açougue. É nesse cuidado que você identifica o que serve ou não para sua vida e sua rotina. A alimentação de qualidade reflete em uma vida de qualidade e nenhum tempo gasto procurando informações sobre o que ingerimos é desperdiçado, pelo contrário, é tempo ganho!


• 200G DE FILÉ-MIGNON (CORTADO EM TIRAS)
• 1 DENTE DE ALHO (AMASSADO)
• 80G DE CEBOLA (FINAMENTE PICADA)
• 30ML DE AZEITE
• SAL A GOSTO
• PIMENTA-DO-REINO A GOSTO
• 80ML DE DEMI-GLACÊ
• 150ML DE CERVEJA ESCURA

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Misturar os ingredientes secos e, em seguida, adicionar o caldo na farinha ao poucos e amassar bem, se precisar colocar mais água morna.